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02
Mai
10

A convite do pelouro da educação da Câmara Municipal de Lisboa, Celina Pereira efectuou, de 19 a 23 de Abril, 10 sessões 'Contos e Cantos' em 7 escolas básicas da cidade.
Uma semana muito gratificante, com duas sessões por dia, em que várias centenas de crianças escutaram, aprenderam e cantaram as estórias do novo audio-livro de Celina, 'Estória, Estória... Do Tambor a Blimundo'. E muitas novas palavras em crioulo, inglês e francês.

Como habitualmente, reinou a interculturalidade, já que estas sessões de contadora de estórias são feitas por Celina Pereira no âmbito da sua colaboração com a Fundação Menuhin e do seu curriculum pedagógico.
Assim, as crianças de mais sete escolas passaram a fazer parte da já longa lista de 'sobrinhos' da 'tia Celina': as EB1 São João de Brito, 31, João dos Santos, 183, Eurico Gonçalves, Bairro do Armador e Alta de Lisboa.

publicado por Celina Pereira às 23:14
21
Jan
10

Com apresentação na lindíssima Sala do Arquivo da CML

 

Num dia que a própria definiu como um dos mais especiais dos seus já mais de 40 anos de trajecto artístico, foi apresentado o novo volume dos audio-livros de Celina Pereira.  

 

A bela Sala do Arquivo dos Paços do Concelho de Lisboa encheu-se de convidados e comunicação social, para uma sessão plena de emoção. A mesa, presidida pela Vereadora da Cultura, Catarina Vaz Pinto, em representação do Dr. António Costa, era composta ainda pelo Vereador Manuel Brito, da educação, pelo Embaixador de Cabo Verde em Portugal, pela Alta-Comissária do ACIDI, pelo responsável pela Publicar, a empresa editora, e pela Drª. Lígia Évora Ferreira, que apresentou este novo trabalho de Celina Pereira.
Todos usaram da palavra, exultando esta nova obra da artista cabo-verdiana. A Srª. Alta-Comissária Rosário Farmhouse foi dos mais efusivos, destacando que este audio-livro será entregue ainda esta semana a todos os coordenadores do Programa Escolhas, numa sessão que contará também com a presença de Celina Pereira, que terá oportunidade de falar da sua experiência como contadora de estórias, formadora e embaixatriz da inter-culturalidade, segundo as palavras da própria alta-comissária.
O Dr. Arnaldo Andrade disse também palavras entusiasmadas de elogio e incentivo, destacando o trabalho de Celina Pereira junto da diáspora cabo-verdiana, não apenas em Portugal, mas desde o início deste trabalho nos Estados Unidos, nos anos 90.

Sendo a última a usar da palavra, Celina Pereira não escondeu a emoção que lhe embargou a voz por diversas vezes. Este novo volume dos seus audio-livros era um projecto há muito desejado, além de vir substituir o anterior, esgotado há mais de um ano. Agradeceu a todas as entidades e pessoas que apoiaram e viabilizaram esta nova peça da sua batalha pela trasculturalidade, o resultado de anos de trabalho pedagógico e de divulgação das raízes culturais cabo-verdianas.

De seguida, Celina Pereira juntou-se aos seus músicos e chamou as crianças presentes para junto de si. Marcaram presença algumas crianças das Associações Sol e Girassol Solidário, que rapidamente se juntaram à tia Celina. Acompanhada ao violão, cavaquinho e korá, Celina ajoelhou-se e cantou 'Blimundo', o herói da estória principal do audio-livro. 

Por toda a repleta sala se ouviram também vozes adultas a acompanhar este tema, um autêntico ícone da recolha e pesquisa que Celina Pereira leva a cabo há já longos anos, e canção mais conhecida das suas acções "Contos e Cantos" de contadora de estórias.
Por exigência da plateia, Celina Pereira não se podia ficar apenas por um tema infantil. Assim, presenteou todos com uma bela Morna de Eugénio Tavares, também constante no cd deste audio-livro. Aliás, deste Livro + Audio-Livro, já que, o cd oferecido com as estórias e as canções, vem inserido na edição em papel, de capa rígida, com belas ilustrações de Roberto Chichorro.
Como não podia faltar, a sessão acabou com Celina Pereira a dedicar e autografar todos os livros dos que assim desejaram, para além de conceder ainda mais algumas entrevistas para a muita comunicação social presente.
 
Como a própria disse no final, uma sessão de grande emoção para si, em que tudo esteve perfeito e nem as suas favoritas túlipas amarelas faltaram.
 
Com base neste novo audio-livro, Celina Pereira tem já uma agenda muito preenchida para 2010, com mais de 100 sessões "Contos e Cantos" já encomendadas.
 
O primeiro dos lançamentos para o público acontecerá no próximo Sábado, na livraria Bulhosa do Oeiras Parque, pelas 16 horas. Segue-se, no dia 28, o lançamento no Institut Franco-Portugais, motivado pela inclusão da língua francesa nesta nova edição, juntando-se assim ao português, crioulo e inglês.
 
Fotos:Xan
publicado por Celina Pereira às 23:38
02
Dez
09

Celina Pereira mostra “contos e cantos” de Cabo Verde em dezenas de escolas portuguesas

27 Novembro 2009, por Otília Leitão, in Semana Online

De braço no ar, vários meninos portugueses assinalavam à Celina Pereira, a cantora, que sabiam palavras em crioulo, mas o Mário, de pais de Santiago, sabia o nome de todas as ilhas de Cabo Verde e, como a Mabel de S. Tomé, falava o crioulo sem hesitação: “min sta gosta di bo”, dizia enquanto os outros procuravam repetir em conjunto. Celina Pereira concretizava a sua interacção no âmbito do programa “Contos e Cantos” de Cabo Verde, que desde o dia 16 tem percorrido mais de três dezenas de escolas.

Estava-se na Escola EB2 e 3 de Vale Milhaços, na margem sul do Rio Tejo, numa escola de novecentos mil alunos de um vasto leque de origens e que vai até ao nono ano.
O trabalho da artista, que é também pedagoga, insere-se no projecto Estação do Livro 2009, promovido pela Biblioteca Municipal do Seixal sob o lema “Ver e Olhar” em 31 escolas do ensino básico e secundário.
Celina é a única que faz este tipo de interactividade, guardando consigo um conjunto de recordações e cartas que os seus alunos lhe oferecem – incluindo a do Pedro de cinco anos que lhe escreveu de Goiás Brasil, a agradecer-lhe quando ela esteve lá no Verão passado em idêntica acção . “Quero com estes desenhos e cartas fazer uma exposição, ou mesmo uma galeria no meu blogue", comenta a artista, para quem “este trabalho é gratificante pelas sementes de cultura” que vai espalhando e que vão frutificando.
“Rodeada de adolescentes do sexto ano, explicou a origem do crioulo como uma língua cabo-verdiana, a partir da fusão do português arcaico, com as línguas dos escravos. Falou da lusofonia e “dos países irmãos que falam o português”.
À pergunta Quem sabe crioulo? Viam-se braços no ar e choviam perguntas: Como se diz eu sei cantar? ou Vamos ouvir?. E Celina falava em crioulo nas diferentes variantes.
A cantora, "interagindo" com os alunos de forma viva e envolvente, ia introduzindo os costumes, as comidas, a música, a cultura cabo-verdiana.
Cantou “Sodade” que todos conheciam ser de Cesária Évora, traduzindo, com o mimetismo dos alunos, do crioulo para o português e vice-versa. Mostrou o seu trabalho, um audio-livro já esgotado no mercado, intitulado “Estória, Estória...”, com nova edição para breve.
Munida de um rádio-gravador, Celina Pereira ensaiou, do seu álbum, o conto/jogo “escravos de Jó” procurando com isso a constante participação dos alunos que, com os seus professores, enchiam o auditório da escola.
A finalizar, uma cantiga sobre a aranha “Anaiza” de sete patas e cintura fina, onde cada aluno é instado a dar-lhe um bocadinho de cachupa...coco...doce...batatas fritas... atando à cintura da aranha um fio para a chamar, e quando a comida cheirosa ficou pronta, todos puxaram os fios, para avisar a aranha. Foi assim que Anaiza, tendo sido puxada por tantas fios ao mesmo tempo, se sentiu espartilhada e então ficou com uma cintura muito fina.
A actividade chegou ao fim com a expressão espontânea de uma massa jovem: “Tudo cosa qui e sabi, acaba dpressa”.

Ver mais em: http://www.asemana.publ.cv/spip.php?article47539&ak=1

 

 

publicado por Celina Pereira às 19:46

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António Gonçalves Pereira
Tlm: 91 785 7111
E-mail: celina.agp@gmail.com
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