Mais de duas semanas passadas e continuam os ecos deste grande espectáculo. Enquanto aguardamos pela transmissão na RTP África, aqui ficam mais alguns momentos, captados pela objectiva do artista plástico José Robalo.
Vários foram os momentos de grande emoção para Celina Pereira no palco do São Luiz. Aqui, um deles: 'Avé Maria do Morro', exigido por uma plateia que escutou em absoluto silêncio.
As Batucadeiras Voz de África, chamando Celina Pereira no início do espectáculo.
O ambiente intimista inicial do espectáculo, enquanto se ouvia o texto 'Entre Mornas e Fados' e os instrumentos respondiam aos chamados. As peças de cenário de Anésia Medeiros são, como sempre, feitas a partir de resíduos. Recicladas, portanto.
Celina Pereira e Maria Alice, num dos primeiros momentos de partilha em palco.
José Afonso, Celina Pereira e Dany Silva, partilhando a sua evidente cumplicidade artística e humana com o público.
O quarteto de cordas em que se sustenta o 'Entre Mornas e Fados' e a sua fusão. Da esquerda para a direita: Djudjuty Alves, Adérito Pontes, Diogo Chang Faria e Luis Roquette.
Miroka Paris, na percussão e coros, e Galissa, com o seu fabuloso korá.
Desta vez, o 'Entre Mornas e Fados' passou também pelo oriente, com a harpa chinesa e o canto de Cao Bei.
Cristina Nóbrega: a beleza, a garra e a voz de um grande nome actual do fado.
Duarte, num dos duetos que sempre faz com Celina Pereira neste espectáculo. Quando o fado vira morna e a morna fado.
Um lindíssimo e muito conhecido tema do pai, sobre o avô. Vilma Vieira e o seu 'Minute d' Silence', desta vez em fado, comoveram a plateia.
40 anos depois, agora no São Luiz, Celina Pereira e Bana juntos em palco. Talvez o momento que mais emocionou o público, a que Bana correspondeu com 3 temas 'extra-alinhamento'.
O público, deliciado, que praticamente encheu a lindíssima sala do São Luiz, aqui acompanhando 'Sol di Manhã' no final do espectáculo.













